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At a Harlem Reunion, a Rancher From Missouri Meets His ‘DNA
Cousins
Published: March 14, 2007
Vy Higginsen, left, who runs a school for gospel
singers in Harlem, with her newfound cousin, Marion West.
A rollicking gospel choir was shaking the floor of a Harlem
brownstone when Vy Higginsen told the crowd around the soul food
buffet to hush. The new cousin had arrived.
Ms. Higginsen, who runs a school for gospel singers in the
brownstone, had organized this special family reunion to welcome
to Harlem a newfound cousin she recently discovered through DNA
testing.
And in walked the new cousin: a Missouri cattle rancher named
Marion West, 76. It was Mr. West’s first visit to New York City,
and he stood out partly because of his rancher outfit: black
cowboy hat, shiny boots, string tie and a jacket advertising a
feed company. But he also stood out because he was a white man
greeted by a roomful of black New Yorkers embracing him as a
long-lost member of their family.
“Welcome to Harlem,” Ms. Higginsen told Mr. West and his
wife, Mack, as the crowd cheered. “Meet your DNA cousins,” Ms.
Higginsen yelled to her relatives.
Mr. West’s ancestors owned slaves, and his grandfather fought
for the Confederacy in the Civil War. But there he was, wiping
tears from his eyes and bowing his head in prayer, thanking God
for his black cousins.
“Dear God, thank you for this beautiful night and this great
family we got here,” he said in his heavy drawl. “My prayers
have been answered. We just found the roots. It’s in the DNA.”
As genetic testing for ethnicity and ancestry has become more
available to the public, more Americans are seeking information on
their lineage. And many are confronting surprises in family
background, racial makeup and newfound relatives.
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Em uma Reunião Familiar no Harlem, um Fazendeiro do Missouri Encontra Seus 'Primos por DNA'
Por COREY KILGANNON
Publicado: 14 de Março de 2007
Vy Higginsen, esquerda, que dirige uma escola para cantores gospel no Harlem, com seu novo primo Marion West.
Um agitado coral evangélico estava tremendo o piso de um edifício no Harlem quando Vy Higginsen disse a multidão ao redor de uma mesa com comidas típicas afro-americana para pararem de falar por um instante. Seu novo primo tinha chegado.
Srta. Higginsen, que dirige uma escola para cantores gospel no edifício, tinha organizado esta reunião familiar especial para dar boas vindas no Harlem a um novo primo que ela recentemente descobriu através do teste de DNA.
E ao entrar o novo primo: um fazendeiro de gados do Missouri, chamado Marion West, 76 anos. Era a primeira visita do Sr. West a cidade de Nova Iorque, e ele espantava parte por motivo de seus trajes de fazendeiro: chapéu preto de vaqueiro, botas brilhantes, gravata de cordinhas e uma jaqueta com comercial de uma companhia de alimentação. Mas ele chamava atenção porque ele era um homem branco saudado por uma sala cheia de negros nova-iorquinos abraçando ele como um membro de sua família há muito tempo perdido.
"Bem vindos ao Harlem," Srta. Higginsen disse ao Sr. West e sua esposa, Mack, enquanto a multidão vibrava. "Encontre seus primos por DNA," Srta Higginsen gritava para seus parentes.
Os ancestrais do Sr. West tinham escravos, e seu avô lutou na Confederação na Guerra Civil. Mas ali estava ele, secando as lágrimas de seus olhos e reverenciando em oração, agradecendo a Deus por seus primos negros.
"Querido Deus, obrigado por esta bela noite e esta grande família que nós fazemos aqui," ele disse em seu pesado sotaque. "Minhas orações foram resposdidas. Acabamos de encontrar as raízes. Está no DNA."
Enquanto o teste genético para etnias e ancestrais tem se tornado mais disponível ao público, mais americanos estão procurando informação sobre sua linhagem. E muitos estão confrontando surpresas no pano de fundo da família, composição racial e novos parentes.
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